As mulheres saíram às ruas defendendo a igualdade de gênero, a autonomia da mulher; contra a violência domestica e exigindo preparo das delegacias ao receber as denuncias dessas violências. Entre falas, musicas e intervenção, o ato percorreu o centro lembrando a importância da participação das mulheres nas lutas politicas e na transformação da sociedade.
Além das bandeiras puramente feministas, o ato também colocou em questão a luta contra o racismo, a homofobia, a defesa de um outro projeto de sociedade, sem as opressões e desigualdades colocadas pelo capitalismo. A defesa da construção do projeto popular para o Brasil foi evidenciada e carregada em cartazes de manifestantes presentes.
Não mexe comigo, que eu não ando só...
Algumas das participantes III Encontro de Mulheres do Campo e da Cidade, com a colaboração de um dos companheiros de luta, encenaram situações de violência domestica, homenageando três mulheres que sofreram agressões no Estado durante os últimos dias. O ato que ocorreu de forma bonita, várias vezes aplaudidos pelos trabalhadores do centro e por aqueles que estavam ali só de passagem, tomou um tom especial nesses momento, reunindo inúmeras pessoas em volta da encenação.
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